terça-feira, 12 de junho de 2012

POESIA PARA O DOZE DE JUNHO

Hoje, dia dos namorados, um pouco do lirismo Vinícius de Moraes pela voz de Maria Bethânia. Soneto do Amor Total.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

CEM ANOS DEPOIS O EU PERMANECE

O Sítio Pau D'arco deu ao mundo um gigante das letras. Das terras ao redor de Sapé saiu Augusto dos Anjos, visionário, inovador, singular.

Incompreendido pela maioria de seus contemporâneos - como boa parte dos gênios que, enxergando á frente, não conseguia ser visto por quem permanecia com os olhos na terra - deixou um único livro e mais alguns poemas publicados em jornais.

Mas a despeito da produção pequena, Augusto e seu Eu marcaram para sempre a literatura em língua portuguesa.

Um gigante caminhou sobre a Paraíba e deixou um legado para a humanidade.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

ENCONTRO COM UM MESTRE NORDESTINO


Uma manhã de junho -  mês em que nossas raízes musicais voltam à tona - e tenho a oportunidade de conversar com uma figura simbólica de nossa tradição.

Em João Pessoa para um show com a Orquestra Sinfônica jovem da Paraíba, Dominguinhos foi ao estúdio da rádio CBN para uma entrevista à jornalista Edileide Vilaça. Além da conversa - que passou pelas histórias com Luiz Gonzaga, pela invasão do forró estilizado, pela música de duplo sentido e pelos parceiros musicais - o mestre tocou seu acordeom e cantou para os ouvintes.

Em Dominguinhos surpreende a simplicidade. À despeito de ser uma lenda viva, de ser um dos maiores músicos do Brasil e de ter como parceiros outros gigantes como Gilberto Gil e Chico Buarque, ele não perde o jeito de nordestino interiorano. Na verdade, ele traz nos genes as raízes que faz transparecer na música. Com sua maneira de ser, lembra sempre alguém que já conhecemos, parece gente da família.

Reproduzimos a seguir uma das pérolas que ele executou para os ouvintes:

video

terça-feira, 5 de junho de 2012

USUÁRIOS DENUNCIAM PBPREV

Na recepção os pacientes esperam


Na manhã desta terça-feira usuários do PBPrev, antigo IPEP, denunciaram deficiências no atendimento e na estrutura do laboratório de análises clínicas. O usuário Severino Ramos disse que sempre falta alguma coisa: "Semana passada era a impressora que não estava funcionando para imprimir as requisições, hoje está faltando água e os profissionais que lidam com fezes e urina não têm como lavar as mãos entre um atendimento e outro." Nós conversamos com servidores e eles confirmaram a falta d'água, mas verificamos que na torneira do jardim o abastecimento estava normal. Pedimos pra verificar as torneiras das instalações internas, mas um funcionário fechou a porta antes de termos acesso.

Na torneira do jardim, a água não falta.

Por conta da falta d'água, os exames de fezes e urina não estavam sendo feitos. A paciente Luciene Balbino, disse que todo mundo teve que jogar foras as amostras. "A lixeira da recepção está cheia de potes de amostras." 

Potes de coleta de fezes e urina no lixo.

Os usuários, que estavam no local desde às sete da manhã, ficaram por horas esperando sem poder ir ao banheiro. O local estava interditado e a porta amarrada com um barbante.


Porta do banheiro amarrada com um barbante.

 Nós tentamos falar com o diretor do laboratório, identificado pelos funcionários como Doutor Wilson, mas ele mandou dizer que estava ocupado e não iria falar.